30.4.11

Jantar dos vestibulandos e canoa havaiana!! :)




Nas montagens acima vocês clicam e podem ver as fotos sensacionais de dois dias incríveis:
1- a pizza, já tradicional, para nossos adolescentes que passam no vestibular e este ano foram a Priscila, o Luan e a Kakah!!! :)
Kahah já começou desde o meio do ano passado Ciências Contábeis na La Salle, Luan começou agora Ciência da Computação na UFRJ e Priscila vai começar no meio do ano Direito na UFRJ! Aos três parabéns, que Deus os abençoe muito, muito! Vejam as fotos, foi uma noite bem legal!
2- no último sábado foi dia de remar com nossos adolescentes! Canoa havaiana mais uma vez e o dia lindo de sol foi perfeito para ótimadas remadas! Depois, Mc Donalds e as calorias que perdemos nas remadas, enfim... :) :) Obrigada Milla, Bruno e sua equipe que sempre nos recebem tão bem!!
Cliquem nas montagens, vale a pena ver!
com amor,
Alê e tio Alb

8.4.11

vídeo grupo de dança no falando com ELE de março! :)


Para ver em HD clique neste link.
E no último falando o grupo de dança fez esta apresentação...
Vale conferir! E, refletir!! :)
beijos,
Alê e tio Alb

29.3.11

falando com ELE de março!!! :) :)

e o falando com ELE de sábado passado foi sensacional!
Felipe falou sobre perdão - que Deus muito o abençoe Felipe!!! :)
o grupo de dança fez uma dramatização incrível que logo logo colocaremos aqui! Parabéns, meus amores, bom demais os talentos usados pro Senhor!!! :)
o vídeo do Tiago Cavaco, nosso amigo, contando como foi ser adolescente cristão em Portugal!!! Abração, Tiago, que Deus continue abençoando sua vida, família e ministério!!! :)
enfim!
foi uma noite de adoração ao Senhor e muita comunhão!!!
Clique na montagem acima pra ver!
Mil beijos,
com amor,
Alê e tio Alb

3.2.11

"sou o último bombom da caixa?!"

Eu não tenho muitas habilidades na cozinha (dizer isso é resumir bastante minha limitada capacidade culinária. Numa escala de 1 a 10 eu estaria... Enfim, melhor pular ou até saltar gigantescamente esta análise. :) )

Nas nossas reuniões os lanches são chocolates ( eles vem prontos e gostosos nas caixinhas... :)).

Já percebi (eu e todo mundo) que sempre sobram os mesmos bombons. São os que quase ninguém pega, não há lutas e brigas por eles, então eles nunca são solicitados no início da reunião (tipo “separa ai pra mim, vai... :) “).

Gosto de algo que Chesterton fala:

“se você desenha uma girafa, deve desenhá-la de pescoço comprido. Se, dentro do seu método criativo arrojado, você se julgar livre para desenhar uma girafa de pescoço curto, de fato descobrirá que não está livre para desenhar uma girafa. No momento em que se entra no mundo dos fatos, entra-se no mundo dos limites.”

Fatos e limites. É um fato: Nem sempre somos mega disputados, super solicitados, nem sempre lutam e se descabelam por nós e não vão gritar todas as semanas nossos nomes por amor!!! Esse é o mundo real, cheio de limites! Algumas vezes somos os bombons que sobram e ficam lá:

_Quer?

_Acabou o serenata? Não tem mais confeti? Valeu então...

Ok, mas não é motivo pra se desesperar e berrar até perder a voz, emudecer de vez nem pra se enforcar num pé de salsa. :)

Alguém especial (bem especial que pode nem estar por perto :)) gosta dos bombons que sobram nas caixas. E, se por algum motivo este alguém estiver muito, muito longe (porque, uauu o mundo é enorme demais!) me anima e amo pensar nisso, posso até afirmar que sorrio agora com alegria, Deus está sempre perto e nunca nos deixa de lado! :) :)

Beijos,

Com amor,

Alê


2.2.11

momentos mágicos...


Semana passada passei mal. Mesmo. E muito.

Na hora de sair pra trabalhar me atrasei uns minutos mas ok, “vamos lá que o sol está quente e as obras me aguardam”...

Dentro do carro fui piorando, na primeira obra já me sentia péssima, na segunda fui amparada por meu mestre de obras quando péssima já era adjetivo passado e pequenino para descrever o que eu sentia... :) :)

Meu engenheiro fez a compra mais rápida da sua vida: achou uma farmácia e me trouxe remédio (que infelizmente não adiantou, mas valeu mesmo a intenção :)) Diante da situação nada animadora entrei de novo no carro (voltei a me sentir péssima, o que naquele momento significava uma pequena melhora) e não segui para a terceira obra e sim para casa, mais especificamente para minha caminha onde fiquei com a cabeça girando, girando por horas...

Minha teimosia (de longa data conhecida, amiga do peito, poucas vezes dá um tempinho e se vai...) me fez pensar que estava melhorando. Mas vamos pular a tarde inteira que não há muito a falar além da dor, teimosia, mais dor, menos dor...

E só de noite, após insistência do meu espetacular marido Alberto e da minha grande amiga Eliza eu e minha toalhinha verde-bebê-com-desenhos-de-flores fomos para o hospital. Fomos eu, Alb e a toalhinha (agarrei-me fortemente à ela :)).

E agora cheguei onde queria. (Mas ainda vou contar umas coisinhas até lá... :) )

Na emergência, fiquei no soro (gigantesco, que parecia nunca mais acabar) com remédios e próximo a mim estava um senhor que nitidamente estava muito, muito mal. Eu sentia dor mas ele me ultrapassava fácil. Estava ali com máscara para auxílio da respiração e sua esposa e filho se revezavam ao seu lado agindo os papéis para que ele fosse conduzido à cirurgia, o que de fato não demorou a acontecer. Alb me ajudava na minha dor e impaciência com o soro e remédios e ao nosso lado o drama da família.

Depois da meia-noite, liberada do gigantesco soro eu (ainda agarrada à minha toalhinha verde-bebê-com-desenhos-de-flores) e Alb passamos numa farmácia 24 hs e compramos uma “torrezinha” de remédios que eu deveria tomar por cinco dias (intoxicação alimentar, atenção atenção cuidado com yakosobas no verão!!!) e mesmo economizando palavras porque me sentia enjoada não pude deixar de falar com Alb do que me deixou comovida no hospital:

o carinho do filho com o pai naqueles minutos dolorosos. Com um beijo na testa e frases mostrando que estava ali, aquele filho amenizava os gemidos de dor tão intensos do pai e mostrava a ele que o amava. Um momento mágico na dor.

Alb sentiu o mesmo que eu.

E eu contei isso tudo não para falar da minha dor (que nem foi pouca) mas para falar desse “pequeno instante assistido” por mim e pelo Alb. Pode parecer bobagem mas instantes de carinho, de amor verdadeiro são maravilhosos e percebidos sem necessidade de muita propaganda.

Enfim cada dia mais acredito que precisamos disso:

mais beijos na testa, no rosto, na boca, mais abraços, mais frases de carinho, mais demonstrações verdadeiras de amor!

Beijos (muitos, muitos),

com amor,

Alê

Obs. esta semana retornamos as reuniões!!!! :) :)

6.1.11

carinhas do tempo

Indo de uma obra para outra em vários bairros, vi o tempo modificar-se por completo várias e rápidas vezes:

Sol forte, nuvens pesadas, céu nublado, chuva fina, sol “to aqui não to aqui”, nuvens e céu azul disputando o espaço e o colorido indefinindo o que viria a seguir, chuva pesada, céu alaranjado e o cheirinho da chuva no ar...

Fui premiada com variações no visual enquanto me deslocava para lá e para cá trabalhando.

Essas diferentes “carinhas do tempo” me encantaram e ao mesmo tempo me fizeram pensar que as situações de vida mudam. Tudo está ok, claro, transparente mas pode ficar turvo e muito complicado! :(

Algumas vezes não é preciso muito tempo para isso acontecer.

Como com o sol forte que saiu do meu campo de visão e rapidamente deu lugar a nuvens pesadas,

como com o céu nublado que saiu de cena para a entrada imediata da chuva fina!

Mas, como confiamos no Senhor, a chuva pode ser pesada que

depois vem o céu alaranjado, vem sol “to aqui não to aqui”

e olha que bom: em algum momento: tem sol forte! :)

Enfim, encarar as “carinhas do tempo” com Deus é outra história!! :) :)

Concorda?

Beijos,

Com amor,

Alealb

obs. a foto acima eu, Alb e Calebe tiramos há alguns anos num dia de sol forte!!! :) :)


30.12.10

algo que eu lembrei...

Há uns anos levei um tombo numa escada rolante.

Eu sei, foi bizarro, não é normal, nada comum... :) :)

Subíamos de um andar para outro (num shopping e não em um local vazio, discreto e tranqüilo) quando uma amiga me perguntou alguma coisa, eu virei, respondi e quando de novo voltei meu rosto para a frente já era o final da escada! Sim, era o piso do andar de cima e não houve tempo para que meus pés fossem obedientes, dessem os poucos passos necessários: travei e cai. :(

Eu sei, foi bizarro, não é normal, nada comum... :) :)

Você deve estar perguntando que budega de post é esse que lembra de um tombo no dia 30 de dezembro de 2010. Afinal post de fim de ano é gratidão, alegria ou esperança! :) Mas não sinto tristeza no “tombo tosco” que levei (uns anos numa escada rolante de shopping... :) :) ) apesar das dores que senti no dia, claro!

Hoje acordei e lembrei deste tombo e por isso escrevo sobre ele. Todas as vezes que penso na situação inexplicavelmente ridícula em que me encontrei, sinto que facilmente podemos “travar”. Não dar passos simples porque nos distraímos e... bummmm (isso seria o tombo ok? :) ) Enfim, travamos na distração (que podem ser tantas coisas...) e caímos.

Passos simples, decisões que precisam ser tomadas naquele momento, dia, semana, e se assim não fizermos levamos a pior!

A boa notícia é termos a mão forte e protetora de Deus, pronta a nos apoiar, levantar, perdoar. O alerta é para estar atentos e cuidar com as distrações porque os tombos deixam marcas e dores (ui, aquele da escada rolante... ... )

Enfim, o post está gigante, se você não desistiu e está lendo até agora o resumo de tudo é que em 2011 possamos estar atentos para dar os passos certos! E confiar no Senhor, que tudo pode e tudo sabe!

Com amor,

Alê e tio Alb