Até vou na montanha russa mas não é nela que fico de olho ao entrar num parque. Procuro logo um brinquedo que não é nada radical. É o chamado carro de bate-bate ou como aprendi desde criança: o carrinho de batida.
Nele fico feliz! Aqueles poucos minutinhos “acelerando, desviando e acertando” nos outros carrinhos é demais! :)
Talvez você discorde de mim. Talvez goste da montanha russa, (de preferência com looping) ou goste da roda gigante.
E é assim mesmo... somos diferentes, cheios de manias e gostos que se ramificam em milhões de maneiras de, em alguns minutos encontrar a diversão!
Louvo a Deus pela riqueza nas diferenças! Não somos seres monótonos, surpreendemos e somos surpreendidos pelo outro!
Numa tarde de parque a gente vê isso fácil...
Beijos,
Alê





































