
No livro de Tony Evans, Deus é tremendo, há uma história na qual medito de tempos em tempos.
Quero compartilhar com vocês:
“Há algum tempo, fui até a cozinha tarde da noite e encontrei uma barata no balcão.
Ela era diferente de qualquer outra barata que já tinha visto. Era uma barata do tipo “saia da frente ou eu pulo na tua cara”.
Fui até ela, mas ela não fugiu. Continuou ali como se me dissesse: olhe, esta casa é minha. Eu não podia acreditar.
Era estranho olhar para aquela coisa. Eu movimentava a minha mão na frente dela e ela não se mexia.
Obviamente, ela nem ficou sabendo quem eu era porque eu a esmaguei!
É o que o homem independente faz. Ele fica “baratinado” diante de Deus. Ele fica respondendo como se fosse alguém, como se tivesse um pouco de poder.”
Beijos,
Alê
Quero compartilhar com vocês:
“Há algum tempo, fui até a cozinha tarde da noite e encontrei uma barata no balcão.
Ela era diferente de qualquer outra barata que já tinha visto. Era uma barata do tipo “saia da frente ou eu pulo na tua cara”.
Fui até ela, mas ela não fugiu. Continuou ali como se me dissesse: olhe, esta casa é minha. Eu não podia acreditar.
Era estranho olhar para aquela coisa. Eu movimentava a minha mão na frente dela e ela não se mexia.
Obviamente, ela nem ficou sabendo quem eu era porque eu a esmaguei!
É o que o homem independente faz. Ele fica “baratinado” diante de Deus. Ele fica respondendo como se fosse alguém, como se tivesse um pouco de poder.”
Beijos,
Alê














































